Verona
O que fazer em Verona
Os romanos deixaram a Verona uma arena e um teatro, e o século 20 deu a Julieta a sacada.
O que fazer em Verona começa pela Arena, na Piazza Bra, o anfiteatro romano que a cidade chama de seu monumento mais famoso, onde lutavam gladiadores e onde há ópera nas noites de verão. Em volta ficam a Casa de Julieta e sua sacada, a Torre dei Lamberti sobre a Piazza delle Erbe, as pinturas de Castelvecchio, o Teatro Romano e o retábulo de Mantegna em San Zeno. O VeronaCard inclui quase todos eles, além dos ônibus urbanos, por 24 ou 48 horas.
A Arena e o Museu Lapidário Maffeiano dividem a Piazza Bra, a cerca de um quilômetro e meio da estação Porta Nuova. No centro histórico, em volta da Piazza delle Erbe, ficam a Torre dei Lamberti, a Casa de Julieta, os Túmulos dos Scaligeri, Sant'Anastasia e, a poucos minutos a pé, a catedral. Do outro lado do rio, pela Ponte Pietra, estão o Teatro Romano, o Castel San Pietro e o Giardino Giusti. Castelvecchio fica às margens do Adige, com San Zeno mais adiante, e o Museo Nicolis está em Villafranca, perto do aeroporto.
Mapa do que fazer em Verona
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Arena de Verona
O que fazer em Verona começa pela Arena, que os romanos construíram na Piazza Bra no século 1 d.C. para lutas de gladiadores e caçadas de animais selvagens diante de cerca de 30.000 pessoas. Desde que Aida, do compositor italiano Giuseppe Verdi, foi encenada ali em 1913, ela é a casa de ópera de verão de Verona. De dia, você sobe nas arquibancadas de pedra e olha até a Ala, o único trecho do anel externo que ainda está de pé.
A Arena fecha às segundas-feiras, e de abril a outubro o palco da ópera ocupa parte do interior. Os ingressos que vendemos são visitas guiadas com a entrada incluída, e o próximo festival de ópera vai de meados de junho a 11 de setembro de 2027.
Incluído no VeronaCard
Piazza Bra e o Liston
Em torno da Arena se estende a Piazza Bra, a maior praça de Verona, aberta a qualquer hora. A estação Porta Nuova fica a cerca de um quilômetro e meio, pelo Corso Porta Nuova, que passa pelos Portoni della Bra, dois arcos das antigas muralhas com um relógio colocado entre eles em 1872.
De um lado fica o Liston, uma calçada de mármore vermelho da Valpolicella, a mesma pedra da Arena, assentada em 1770-82 e cheia de mesas de café. Dois edifícios contam a história de quem mandou em Verona: o Palazzo Barbieri, hoje a prefeitura, foi construído como quartel austríaco, e a Gran Guardia foi começada sob Veneza e terminada sob a Áustria.
O nome Bra vem de braida, um espaço aberto, derivado de uma antiga palavra germânica para “largo”, e os jardins do meio são de 1873. A fonte deles foi um presente de Munique, cidade-irmã de Verona, em 1975, e Verona retribuiu com uma cópia de sua estátua de Julieta; os veroneses chamam a fonte de “espremedor de limão”.
Museu Lapidário Maffeiano
Scipione Maffei, estudioso veronês do século 18, abriu ao público a sua coleção de inscrições na mesma praça, no número 28: marcos de estrada e lápides romanas sob uma colunata, pedras gregas e etruscas nos andares de cima e a lápide de um gladiador veronês, que liga o museu à Arena.
O museu não tem bilheteria. Compre on-line ou na bilheteria da Arena, ou vá com o VeronaCard, que o inclui.
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Piazza delle Erbe
A Piazza delle Erbe foi traçada onde ficava o fórum romano, e caminhar por ela não custa nada. A Torre dei Lamberti se ergue sobre ela, e a Unesco destaca esta praça e a Piazza dei Signori na sua lista de Verona.
No número 38, o Palazzo Maffei Casa Museo mostra a coleção particular de Luigi Carlon, com mais de 850 obras, entre elas A Grande Onda, do artista japonês Hokusai. O VeronaCard dá ingresso reduzido ali, e o palácio fecha às terças-feiras.
Casa de Julieta
A casa da Via Cappello, a poucos passos da Piazza delle Erbe, aparece pela primeira vez nos registros em 1351 como estalagem e pertencia à família Dal Cappello, não aos Capuletos; os viajantes passaram a chamá-la de casa de Julieta no fim do século 18. A sacada foi erguida em 1939-40, em torno de uma laje de pedra do século 14, e a Julieta de bronze do pátio é uma cópia de 2014 da original, hoje guardada no interior.
Desde abril de 2026, toda visita, inclusive a do pátio, se compra on-line, e a entrada é pelo Teatro Nuovo, na piazzetta Navona. O VeronaCard inclui a casa, com horário marcado. A casa abre nas tardes de segunda-feira, quando a Arena e os museus municipais estão fechados.
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Túmulo de Julieta e o museu de afrescos
Verona tem um segundo endereço de Julieta. O Túmulo de Julieta é um sarcófago de mármore vermelho que a tradição local chama de dela desde o século 16, e fica no antigo convento de San Francesco al Corso, na Via Luigi da Porto, nome do escritor cuja novela de 1531 deu início à história.
O convento é hoje um museu de afrescos retirados das paredes de igrejas e palácios de Verona, e um único ingresso vale para o museu e para o túmulo. Como os demais museus municipais, fecha às segundas-feiras.
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Torre dei Lamberti
Para ver o centro histórico do alto, suba a Torre dei Lamberti: com 84 metros, é o edifício mais alto de Verona, começado em 1172 e coroado com o campanário octogonal no século 15. Por escada ou por um elevador transparente chega-se a um terraço que dá para a Piazza delle Erbe e, por cima dos telhados, para a Arena.
Ela abre todos os dias, inclusive às segundas-feiras, o que a torna uma boa pedida para o dia em que a Arena está fechada. O VeronaCard inclui a subida pela escada, e quem tem o cartão paga um adicional pelo elevador.
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Piazza dei Signori e os Túmulos dos Scaligeri
Perto da Piazza delle Erbe e da Piazza dei Signori, a outra praça que a Unesco destaca, os Túmulos dos Scaligeri ficam ao lado da igreja de Santa Maria Antica. São os monumentos góticos da família Della Scala, os senhores de Verona na Idade Média. Cangrande I, que recebeu em sua corte Dante, o poeta da Divina Comédia, jaz no túmulo acima da porta da igreja; os túmulos com dossel de Mastino II e de Cansignorio se erguem dentro de uma grade de ferro trabalhada com escadas, a scala do nome da família.
O recinto só abre nos meses de verão e continua fechado até o verão europeu de 2027. Depois disso, entra-se com um ingresso de museu municipal usado no mesmo dia ou com o VeronaCard.
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Basílica de Sant’Anastasia
A seis minutos da Piazza delle Erbe, pelo Corso Sant’Anastasia, está a maior igreja de Verona. Frades dominicanos a começaram por volta de 1290, com o apoio dos Della Scala, e a concluíram, exceto a fachada, em meados do século 15. O nome vem de uma igreja mais antiga no local, dedicada a Anastácia, mártir do século 4.
Junto à porta, dois corcundas, os gobbi, sustentam as pias de água benta; diz-se que tocar numa corcunda dá sorte. Sobre o arco da Capela Pellegrini, à direita do altar-mor, está São Jorge e a Princesa, do pintor Pisanello, da década de 1430. São Jorge está subindo no cavalo, com o dragão do outro lado do lago.
A visita custa € 4 na igreja, e o VeronaCard a inclui, assim como a catedral e San Zeno. Entrar para rezar não custa nada. Até o fim de fevereiro, a igreja abre das 10h às 17h nos dias úteis, das 9h30 às 18h aos sábados e, aos domingos, só a partir das 13h, depois da missa.
Catedral de Verona
A Catedral de Verona fica na Piazza Duomo, a poucos minutos a pé da Piazza delle Erbe, e um único ingresso dá acesso a todo o complexo: a catedral românica, com uma Assunção de Ticiano, o grande pintor da Veneza renascentista, numa capela lateral, um batistério e a igreja de Sant’Elena, sobre os mosaicos do piso de duas basílicas paleocristãs.
Entrar para rezar é gratuito, e o ingresso da visita é vendido na igreja. Neste inverno europeu, ela só abre aos visitantes à tarde aos domingos e fecha às 15h30 aos sábados.
Incluído no VeronaCard
Ponte Pietra e Castel San Pietro
A Ponte Pietra é uma das obras romanas que a Unesco cita na sua lista de Verona, junto com a Arena, o Teatro Romano, a Porta Borsari e o Arco dei Gavi, e atravessa o Adige até o Teatro Romano. Ao lado do teatro, um funicular sobe ao Castel San Pietro, o outro castelo de Verona, no alto da colina.
Quando as fundações do castelo foram escavadas, em 1851, apareceu um templo romano no alto da mesma colina do teatro.
Teatro Romano e Museu Arqueológico
Os romanos escavaram o teatro nessa encosta no fim do século 1 a.C., e casas e igrejas o cobriram durante séculos, até ser desenterrado no século 19. Seus degraus continuam subindo até o museu arqueológico, no antigo convento de San Girolamo, com estátuas romanas, uma maquete do teatro e um jardim de alcaparras, palmeiras e oliveiras.
Como o museu só se alcança por esses degraus, ele não é acessível a cadeirantes. Um ingresso vale para o teatro e para o museu, e no verão um palco moderno é montado entre as arquibancadas para um festival em torno de Shakespeare.
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Giardino Giusti
Na mesma margem, a dez minutos a pé do teatro, o Giardino Giusti sobe uma encosta em Veronetta, do outro lado do Adige em relação ao centro histórico. Os Giusti, uma família de tintureiros de lã, o desenharam no século 16. Goethe, o escritor alemão, admirou um cipreste ali em 1786; ele caiu em 2020.
Uma alameda de ciprestes passa pelo canteiro e suas estátuas até uma enorme máscara esculpida, o mascherone, que antigamente soltava fogo e fumaça sobre os visitantes. Acima dela, o mirante tem uma das vistas mais conhecidas de Verona. O labirinto de buxo, redesenhado no fim do século 18, está entre os mais antigos da Europa.
O ingresso do jardim custa € 14, ou € 10 com o VeronaCard, e no inverno o jardim abre todos os dias das 10h às 17h, com última entrada às 16h. Os terraços superiores ficam no alto de degraus, e por isso cadeiras de rodas só chegam ao jardim baixo.
Museu de Castelvecchio
Do outro lado do rio, Castelvecchio foi construído por Cangrande II della Scala em 1354-56 e, desde 1926, é o museu de arte da cidade, remodelado pelo arquiteto Carlo Scarpa. Cangrande I cavalga no centro dele, sobre o pedestal de concreto de Scarpa, e as salas em volta guardam obras dos pintores renascentistas Pisanello, Mantegna e Veronese.
Até 31 de janeiro de 2027, o ingresso inclui uma exposição em torno da Vênus de Ticiano, emprestada pelo Prado, de Madri; o VeronaCard inclui a entrada, embora a prefeitura não informe se o cartão dá acesso à exposição. O museu fecha às segundas-feiras.
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Basílica de San Zeno
Siga a pé por cerca de dez minutos a partir de Castelvecchio, fora do centro histórico, até San Zeno Maggiore, a igreja românica com portas de bronze cobertas de cenas bíblicas e o retábulo de Andrea Mantegna no altar-mor. As três pequenas cenas sob o retábulo são cópias, porque Napoleão levou os originais para Paris em 1797, e a tradição situa o casamento de Romeu e Julieta na cripta.
O ingresso da visita é vendido na igreja, e aos domingos ela só abre aos visitantes a partir das 13h, depois das missas da manhã.
Incluído no VeronaCard
Museo Nicolis, em Villafranca
O Museo Nicolis é o único museu daqui fora da cidade, em Villafranca di Verona, a cerca de 3 quilômetros do aeroporto: uma coleção particular de carros, motos, bicicletas, câmeras e máquinas de escrever do século 20, num prédio de vidro com aviões no telhado. Abre ao público aos sábados e domingos. Os ônibus 157, 158 e 159 da ATV vão até lá saindo de Porta Nuova, e o VeronaCard dá apenas um desconto.
Lago de Garda, um bate-volta saindo de Verona
Para um dia além da cidade, os nossos dois passeios ao Lago de Garda saem de Verona, um de cinco horas e outro de cerca de sete horas e meia, ambos com um passeio de barco em volta da península de Sirmione.
Como planejar os dias em Verona
Além do Museo Nicolis e do Lago de Garda, tudo aqui fica no centro histórico e arredores, e os ônibus urbanos da ATV, que o VeronaCard inclui, poupam as pernas na volta a Porta Nuova. Com a Casa de Julieta no roteiro, o VeronaCard de 24 horas já se pagou quando você soma Castelvecchio e a Torre dei Lamberti.
Quando as atrações de Verona fecham
- Segundas-feiras
- A Arena e os museus municipais; a Casa de Julieta abre às 14h, e a Torre dei Lamberti, o Giardino Giusti e as igrejas continuam abertos
- Manhãs de domingo
- As igrejas fecham aos visitantes por causa da missa: as visitas começam às 13h em San Zeno e Sant'Anastasia e às 13h30 na catedral
- Terças-feiras
- Palazzo Maffei
- Segunda a sexta-feira
- O Museo Nicolis, aberto ao público só nos fins de semana
- Até o verão europeu de 2027
- Os Túmulos dos Scaligeri
Verona
Todas as 11 atrações de Verona da nossa lista
Com o preço do ingresso onde vendemos um, e o passe que inclui cada atração.
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Arena de Verona No VeronaCard -
Basílica de San Zeno No VeronaCard -
Casa de Julieta No VeronaCard € 24,50 -
Catedral de Verona No VeronaCard -
Museo Nicolis € 14 -
Museu de Castelvecchio No VeronaCard -
Museu Lapidário Maffeiano No VeronaCard -
Teatro Romano e Museu Arqueológico No VeronaCard -
Torre dei Lamberti No VeronaCard -
Túmulo de Julieta No VeronaCard -
Túmulos dos Scaligeri No VeronaCard
As pessoas também perguntam
Perguntas frequentes
Pelo que Verona é famosa?
Pela Arena romana, que recebe ópera nas noites de verão desde 1913, e pela sacada de Julieta, porque Shakespeare ambientou Romeu e Julieta em Verona. A própria cidade chama a Arena de seu monumento mais famoso.
Dá para subir na sacada de Julieta, em Verona?
Dá. O ingresso da casa, € 24,50 no nosso site, dá acesso ao pátio, aos cômodos e à sacada, e o VeronaCard inclui a visita, com horário marcado. Desde abril de 2026, até o pátio exige ingresso comprado on-line.
Dá para ir a pé da estação de trem de Verona até o centro?
Dá. De Porta Nuova, a estação principal, são cerca de um quilômetro e meio até a Piazza Bra e a Arena. Os ônibus urbanos da ATV também fazem o trajeto, e o VeronaCard os inclui.
O VeronaCard vale a pena?
Se a Casa de Julieta estiver no seu roteiro, sim: o nosso ingresso da casa, o de Castelvecchio e o da Torre dei Lamberti já somam mais que os € 39 do cartão de 24 horas, com a Arena e os ônibus de quebra. Não compensa numa segunda-feira, nem no primeiro domingo de cada mês, de novembro a março, quando os museus municipais cobram € 1, ou € 4 em Castelvecchio até 31 de janeiro.
O que fecha em Verona às segundas-feiras?
A Arena e os museus municipais: Castelvecchio, o Teatro Romano, o museu de afrescos no Túmulo de Julieta e o Maffeiano, entre outros, além do Museo Nicolis. A Casa de Julieta abre às 14h, e a Torre dei Lamberti, o Giardino Giusti e as igrejas continuam abertos. Na segunda-feira 7 de dezembro de 2026, os museus municipais também abrem.
O que dá para fazer de graça em Verona?
Caminhar pela Piazza Bra, pela Piazza delle Erbe e pela Piazza dei Signori, atravessar a Ponte Pietra e entrar nas igrejas para rezar, embora a visita exija ingresso. Menores de 18 anos entram na Arena e nos museus municipais sem pagar, e menores de 11 nas igrejas, mas o pátio de Julieta deixou de ser gratuito.



