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Florença

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Roteiro de 2 dias em Florença

A primeira manhã começa com a subida à cúpula de Brunelleschi. O segundo dia termina no Piazzale Michelangelo, olhando para ela enquanto o sol se põe.

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Em 2 dias em Florença dá para subir a cúpula de Brunelleschi, ver o Davi de Michelangelo e o Nascimento de Vênus de Botticelli, percorrer o Palazzo Vecchio e atravessar a Ponte Vecchio até o Jardim de Boboli, e ver o pôr do sol no Piazzale Michelangelo. Dedique um dia ao Duomo, a San Lorenzo, ao Palazzo Vecchio e a Santa Croce, em qualquer dia menos o domingo, quando a catedral fecha, e o outro à Academia, à Uffizi e ao Palácio Pitti, em qualquer dia menos a segunda-feira. Neste roteiro o Firenze Card custa menos que os nossos ingressos avulsos, mas a cúpula é à parte. Cúpula, Academia e Uffizi são os três a reservar assim que as datas estiverem fechadas.

Atualizado em: 4 de novembro de 2026

Como dividir 2 dias em Florença conforme o que fecha às segundas-feiras

O roteiro de Florença em 2 dias é inteiro a pé e se apoia em três visitas: a subida por dentro da cúpula de Brunelleschi, o Davi de Michelangelo na Academia e Botticelli na Uffizi. O Palazzo Vecchio, os túmulos dos Médici em San Lorenzo, Santa Croce, a Ponte Vecchio e o Jardim de Boboli cabem entre elas. Tirando a subida até o Piazzale Michelangelo, no fim, nenhuma parada fica a muito mais de um quarto de hora a pé da anterior.

Um terceiro dia acrescentaria o Bargello, pelo Baco de Michelangelo e pela sala de Donatello, San Marco, pelas celas que o pintor Fra Angelico decorou com afrescos, e a Capela Brancacci, pelos afrescos de Masaccio.

A segunda-feira decide qual dia é qual. A Uffizi, a Academia, o Palácio Pitti e as Capelas Mediceias fecham às segundas-feiras, enquanto a cúpula, a catedral, San Lorenzo, o Palazzo Vecchio e Santa Croce continuam abertos. Assim, o primeiro dia abaixo funciona de segunda-feira a sábado e o segundo de terça-feira a domingo. Se os seus dois dias forem um domingo e uma segunda-feira, basta inverter a ordem.

Como encaixar os dois dias nas suas datas

Dia 1: o Duomo, San Lorenzo, o Palazzo Vecchio e Santa Croce
De segunda-feira a sábado. Numa quinta-feira, veja o Palazzo Vecchio de manhã, porque ele fecha às 14h
Dia 2: a Academia, a Uffizi, o Pitti e Boboli
De terça-feira a domingo, nunca numa segunda-feira
Dia 1 num domingo
Evite: a catedral fecha, a cúpula abre às 12h45, San Lorenzo não tem horário de visita e Santa Croce abre às 14h
Primeiro domingo do mês
Entrada gratuita nos museus estatais, sem nada para reservar e sem entrada prioritária, nem para quem tem cartão; o próximo é 6 de dezembro de 2026

Esse primeiro domingo do mês, com entrada gratuita, vale para a Academia, a Uffizi, o Pitti e as Capelas Mediceias, ou seja, para os museus do dia 2. Se as suas datas permitirem, evite que o dia 2 caia nele. Se não permitirem, a entrada não custa nada, mas nesse dia um cartão ou um ingresso reservado não fazem você entrar mais rápido que a fila da entrada gratuita.

O que reservar antes de 2 dias em Florença

Como o Firenze Card muda a forma de reservar este roteiro, ele é a primeira coisa a decidir. Neste roteiro o cartão custa menos que os nossos ingressos para a Uffizi, a Academia, o Palazzo Vecchio e o Pitti, como mostram as contas da última seção. Com ele, você reserva a Uffizi, a Academia e o Palazzo Vecchio pelo próprio cartão e, no caso da Academia, só por telefone ou na bilheteria. Sem o cartão, a reserva da Uffizi a fazer é a do passe de cinco dias, porque ele vale também para o Pitti e o Boboli, mais tarde no mesmo dia.

A cúpula não está no cartão: reserve a cúpula de qualquer jeito, para a primeira manhã, assim que as datas estiverem certas. Toda subida tem horário fixado na reserva, o ingresso sai em seu nome e os funcionários conferem com o documento de identidade. Depois de reservado, o horário não pode ser trocado nem cancelado. A cúpula fica fechada de 16 a 20 de novembro de 2026. Se o seu primeiro dia cair nessas datas, o ingresso sem a cúpula, a € 29,90, ainda inclui o Campanário de Giotto, o Batistério, o museu e Santa Reparata.

A cúpula vermelha de Brunelleschi e o campanário de Giotto acima dos telhados de Florença
A cúpula de Brunelleschi, a visita a reservar primeiro Foto: CEphoto, Uwe Aranas, CC BY-SA 3.0

Na Academia a reserva não é obrigatória, mas a própria galeria avisa que, sem ela, a espera para entrar pode ser longa. Na Uffizi todo ingresso tem nome e horário de entrada, escolhido na hora da compra. Rick Steves, autor americano de guias de viagem, sugere reservar a Academia com dois meses de antecedência, se der, e a Uffizi com um mês, se você quiser escolher o horário.

Assim como a cúpula, nossos ingressos da Academia e da Uffizi não podem ser cancelados: decida primeiro se vai levar o cartão. A Torre de Arnolfo, do Palazzo Vecchio, também tem horários que você escolhe na compra. O nosso ingresso com a torre pode ser cancelado até 24 horas antes do horário. Nada mais nesses dois dias precisa de reserva: no Pitti, no Jardim de Boboli, em San Lorenzo, nas Capelas Mediceias e em Santa Croce você pode chegar sem ter reservado.

Dia 1 em Florença: cúpula de Brunelleschi, San Lorenzo, Palazzo Vecchio e Santa Croce

As primeiras subidas à cúpula são às 8h15, de segunda-feira a sábado. É esse o horário a reservar. Deixe a mochila no hotel. Bolsas médias e grandes não são permitidas na subida: o único lugar para deixá-las é o guarda-volumes obrigatório na Piazza Duomo 38/r. Esteja na Porta della Mandorla, no lado norte da catedral, 15 minutos antes do horário, com o documento de identidade usado na reserva. São 463 degraus entre as duas cascas da cúpula, sem elevador.

O interior da cúpula de Brunelleschi visto do piso da catedral, coberto de afrescos do Juízo Final, com o óculo da lanterna no centro
Dentro da cúpula de Brunelleschi, a primeira subida do dia 1 Foto: Livioandronico2013, CC BY-SA 4.0

De volta à Piazza del Duomo, o Museu da Opera del Duomo, que também está no ingresso da cúpula, abre às 8h30 e guarda os painéis originais das Portas do Paraíso, as portas de bronze dourado que o escultor Lorenzo Ghiberti fez para o Batistério, onde hoje ficam cópias. A Opera del Duomo, a entidade que administra o Duomo, sugere cerca de 90 minutos para a visita. Quando você sair, a catedral já terá aberto, às 10h15. A entrada na catedral é gratuita, com ombros e joelhos cobertos.

O mesmo ingresso dá acesso ao Campanário de Giotto e ao Batistério por três dias corridos a partir do dia da cúpula. Este roteiro deixa os dois de fora, mas com o ingresso da cúpula o campanário não precisa de reserva, daí dar para subir a qualquer hora nesses dias. Nosso ingresso com a cúpula e os outros monumentos custa € 58. A página do Duomo traz os demais ingressos.

San Lorenzo era a igreja paroquial dos Médici, os banqueiros que governavam Florença. Brunelleschi projetou a nave, com suas fileiras de colunas de pedra e arcos de volta perfeita, além da Sacristia Velha, ao lado. O ingresso, de € 9, é vendido no balcão da própria basílica.

A Madonna com o Menino, de Michelangelo, na Sacristia Nova, entre as estátuas de São Cosme e São Damião, acima da inscrição para Lourenço, o Magnífico, e Giuliano de Médici
A Madonna com o Menino, de Michelangelo, na Sacristia Nova das Capelas Mediceias Foto: Richard Mortel from Riyadh, Saudi Arabia, CC BY 2.0

As Capelas Mediceias têm entrada própria, na Piazza di Madonna degli Aldobrandini. Os grão-duques repousam na cripta. A visita termina no andar de cima, na Sacristia Nova de Michelangelo, onde as estátuas de mármore da Noite, do Dia, da Aurora e do Crepúsculo ficam sobre os túmulos de dois duques Médici. Cópias em bronze das quatro estão no Piazzale Michelangelo, onde termina o dia 2.

Como as capelas fecham às segundas-feiras, numa segunda-feira você vai direto da igreja de San Lorenzo ao Palazzo Vecchio. Nos outros dias, nosso ingresso traz horário de entrada marcado e um aplicativo de audioguia, embora nas capelas o horário não seja obrigatório.

Depois do almoço vem o Palazzo Vecchio, na Piazza della Signoria. O palácio foi construído a partir de 1299 para os governantes medievais da cidade. Nele ainda se reúne a câmara municipal de Florença. No primeiro andar, o Salone dei Cinquecento é o salão que Leonardo e Michelangelo foram contratados para pintar, mas nenhum dos dois terminou.

O Salone dei Cinquecento no Palazzo Vecchio visto da galeria, com o teto dourado de caixotões, as grandes pinturas nas paredes e o conjunto de esculturas ao longo delas
O Salone dei Cinquecento no Palazzo Vecchio Foto: Eusebius, CC BY 3.0

Conte com cerca de uma hora e meia para o museu. A Torre de Arnolfo soma mais uma hora: tem 95 metros de altura, com mais de 200 degraus e sem elevador, além dos 463 da manhã. No meio da subida ficam as celas onde o pregador Savonarola esperou, em 1498, antes de ser executado na praça logo abaixo. A torre vende os últimos ingressos às 16h e fecha quando chove. Reserve o horário dela para cerca das 14h e chegue 15 minutos antes. Com o museu depois, você sai por volta das 16h30, a tempo da última entrada de Santa Croce, às 17h. Nosso ingresso com a torre custa € 50, e o do museu, sem a torre, € 30,50.

Às quintas-feiras o museu e a torre fecham às 14h, com os últimos ingressos às 13h. Nesse dia, vá direto da cúpula ao Palazzo Vecchio, a 6 minutos a pé. Depois dele cabem a catedral (aberta até as 15h45), San Lorenzo, as Capelas Mediceias e Santa Croce. O Museu da Opera del Duomo, aberto até as 19h, fica por último.

O dia termina em Santa Croce, na ponta da longa Piazza Santa Croce. Michelangelo e Galileu estão enterrados na basílica, já o monumento a Dante está vazio, porque ele jaz em Ravena. Pelo claustro, você chega à Capela Pazzi, de Brunelleschi. No museu, o antigo refeitório dos frades, está o Crucifixo de Cimabue, que virou o símbolo da enchente de 1966 em Florença.

A Capela Pazzi, de Brunelleschi, no fim do jardim do claustro de Santa Croce, com o pórtico de colunas, a pequena cúpula e o campanário ao fundo
A Capela Pazzi, de Brunelleschi, no fim do primeiro claustro de Santa Croce Foto: MenkinAlRire, CC BY-SA 4.0

De segunda-feira a sábado, Santa Croce deixa entrar os últimos visitantes às 17h e fecha às 17h30, então chegar do Palazzo Vecchio por volta das 16h40 dá cerca de 50 minutos lá dentro. A basílica começa a fechar às 17h20. Os funcionários na porta conferem se joelhos e ombros estão cobertos. O Firenze Card inclui a visita.

Dia 2 em Florença: o Davi, a Uffizi e a Ponte Vecchio até o Pitti

Na Academia, você chega ao Davi por um longo salão com os Prisioneiros de Michelangelo, figuras inacabadas ainda meio presas nos blocos de mármore. O Davi está no fundo, sob uma cúpula com claraboia. O resto do dia se organiza a partir do primeiro horário da galeria. Nosso ingresso vem com um aplicativo de audioguia para o seu celular.

O longo salão da Galeria da Academia, com os Prisioneiros inacabados de Michelangelo dos dois lados e o Davi sob a claraboia, no fundo
O Salão dos Prisioneiros na Academia, com o Davi no fundo Foto: Francesco Bini, CC BY-SA 4.0

Com o Firenze Card, a ordem da manhã se inverte. Quem tem o cartão só consegue reservar a Academia por telefone ou na bilheteria. Um guia de 2026 achou difícil conseguir os horários das 8h15 por esse caminho. Por isso, com o cartão, reserve a Uffizi para as 8h15 e peça à Academia um horário por volta das 10h30, o que deixa duas horas para a Uffizi e a caminhada de 15 minutos até a Academia. Da Academia você volta ao sul, até a Ponte Vecchio.

Reserve a Uffizi para as 10h ou um pouco depois, para sobrar tempo para o Davi e o trajeto a pé. Duas horas bastam para o essencial: a sala de Botticelli, com o Nascimento de Vênus, a Primavera, ali perto, e a sala com a Adoração dos Magos, inacabada, de Leonardo. Quatro horas não é demais para quem gosta de pintura, embora de novembro a fevereiro sobre pouco tempo para o Jardim de Boboli, onde a última entrada é às 15h30.

A sala de Botticelli na Uffizi, com o Nascimento de Vênus em um nicho iluminado na parede do fundo e outros painéis de Botticelli ao redor
O Nascimento de Vênus, de Botticelli, no fim da sala dele na Uffizi Foto: Fabrizio Garrisi, CC0

Mochilas, bolsas grandes e guarda-chuvas vão para o guarda-volumes gratuito depois da entrada. Nosso ingresso com entrada reservada e audioguia custa € 25. Com o Pitti mais tarde no mesmo dia, o passe de cinco dias da Uffizi, de € 45, custa menos que os dois ingressos e dá acesso à Uffizi, ao Pitti e ao Jardim de Boboli, desde que a Uffizi venha primeiro, o que neste dia acontece.

Da Uffizi, poucos minutos ao longo do rio levam à Ponte Vecchio. A ponte que você atravessa foi reconstruída em 1345, depois que a enchente de 1333 derrubou a anterior. Suas lojas pertencem a joalheiros desde 1593, quando o grão-duque Fernando I de Médici mandou que eles tomassem o lugar dos açougueiros.

A Ponte Vecchio vista do rio, com as lojas e casas construídas ao longo da ponte, acima do Arno
A Ponte Vecchio e as suas lojas Foto: Mike McBey, CC BY 2.0

Acima das lojas, no lado leste, passa o Corredor Vasariano, construído em 1565 para que os Médici atravessassem entre o Palácio Pitti e a cidade. Em agosto de 1944, com a retirada do exército alemão, todas as outras pontes de Florença foram explodidas, menos esta.

Do outro lado da ponte fica o Oltrarno, a parte de Florença ao sul do Arno, onde está o Palácio Pitti. Dentro do palácio, os quadros da Galeria Palatina ficam muito próximos uns dos outros, em molduras douradas, sob abóbadas com afrescos. Atrás do palácio, o Jardim de Boboli sobe, passando por um anfiteatro de pedra e pela fonte de Netuno, até o Kaffeehaus, um pequeno pavilhão do século 18 acima dos telhados da cidade.

O Kaffeehaus, o pequeno pavilhão do século 18 no terraço do Jardim de Boboli, com os telhados de Florença e a cúpula do Duomo no vale, lá embaixo
O Kaffeehaus no Jardim de Boboli, com o Duomo lá embaixo Foto: Armin Kleiner, CC BY-SA 4.0

A bilheteria do Pitti fica aberta até as 17h30, mas o jardim varia conforme a estação. De novembro a fevereiro ele fecha às 16h30, com a última entrada uma hora antes. No inverno, portanto, chegue ao Pitti no começo da tarde. De março a outubro fica aberto até mais tarde, entre 17h30 e 19h10, conforme o mês.

Algumas salas estão fechadas para obras, entre elas o Tesouro dos Grão-Duques. Nosso ingresso dá acesso ao palácio e ao jardim, com entrada reservada para cada um e um audioguia de Florença, por isso, neste roteiro, escolha horários a partir de umas 12h30.

Pôr do sol no Piazzale Michelangelo, o fim do dia 2

Do Palácio Pitti ao Piazzale Michelangelo são de 20 a 30 minutos a pé. Você volta em direção à Ponte Vecchio e segue para leste pela Via de’ Bardi e pela Via di San Niccolò, sempre do mesmo lado do rio, antes da subida final. O arquiteto Giuseppe Poggi projetou a praça como um terraço na colina, com vista, do outro lado do Arno, para a cidade inteira. No meio fica uma cópia em bronze do Davi, ao lado de cópias da Noite, do Dia, da Aurora e do Crepúsculo das Capelas Mediceias do dia 1.

Como subir até o Piazzale Michelangelo

A pé
Pela Porta San Niccolò, no fim da Via di San Niccolò, e depois pela escadaria das Rampe del Poggi
De ônibus
Linha 13: a passagem urbana custa € 2 e vale por 90 minutos
Entrada
Não se paga nada: é uma praça pública

Saia do jardim pelo menos meia hora antes do pôr do sol. A hora do pôr do sol depende do mês. De fim de outubro a janeiro o sol se põe entre cerca de 16h40 e 17h20, assim saia por volta das 16h. Em outubro, antes do fim do horário de verão europeu, o jardim fecha às 18h30, enquanto o sol se põe por volta das 19h em 1º de outubro e perto das 18h20 em 24 de outubro, portanto não espere a hora de fechar. De fevereiro a meados de setembro sobra tempo, porque o sol se põe depois que o jardim fecha.

A vista do centro de Florença a partir do Piazzale Michelangelo, com os telhados da cidade antiga, a torre do Palazzo Vecchio e a cúpula do Duomo
Florença vista do Piazzale Michelangelo Foto: PROPOLI87, CC BY-SA 4.0

Firenze Card ou ingressos avulsos para 2 dias em Florença

Este é um roteiro em que o Firenze Card compensa. Nos dois dias você entra na Uffizi, na Academia, no Palazzo Vecchio e no Palácio Pitti com o Jardim de Boboli. Os nossos ingressos para esses quatro (€ 25, € 29, € 30,50 e € 30) somam mais que os € 94 do cartão. Mesmo com o passe de cinco dias no lugar dos ingressos da Uffizi e do Pitti, o total continua acima do cartão, que inclui ainda a Torre de Arnolfo, as Capelas Mediceias, San Lorenzo e Santa Croce.

Com uma lista menor, o cartão deixa de compensar. Se você for ver só a Uffizi, o Pitti com Boboli e a Academia, o passe de cinco dias (€ 45) e o ingresso da Academia (€ 29) custam menos que o cartão. Para só a Uffizi e a Academia, os dois ingressos também custam menos. A página Firenze Card e os outros passes de Florença faz as mesmas contas museu por museu.

As 72 horas do cartão começam a contar no primeiro museu em que você entra, que neste roteiro é San Lorenzo, ou o Palazzo Vecchio numa quinta-feira, de modo que os dois dias cabem nelas com folga. Na Uffizi, na Academia e no Palazzo Vecchio você reserva um horário pelo cartão (a reserva é gratuita), com uma reserva para cada pessoa, crianças incluídas. A Torre de Arnolfo precisa de uma reserva própria. No Pitti você retira primeiro um ingresso para o circuito do palácio no Cortile degli Ammannati, o pátio interno.

  • Firenze Card

    O cartão inclui a Uffizi, a Academia, o Palazzo Vecchio e o Pitti com Boboli destes dois dias, além das Capelas Mediceias, San Lorenzo e Santa Croce. A reserva é gratuita na Uffizi, na Academia e no Palazzo Vecchio. O Duomo não está incluído.

    desde € 94

    Comprar passe
  • Uffizi, Pitti and Boboli 5-Day Pass

    Você entra na Uffizi em horário marcado no dia 2 e depois vai ao Pitti e ao Jardim de Boboli sem mais nada a reservar, ao longo de cinco dias.

    desde € 45

    Comprar passe
  • Uffizi and Accademia Combo

    Dá para comprar as duas galerias do dia 2 de uma vez, com escolha em cada uma: na Uffizi, entre entrada prioritária, audioguia ou visita guiada; na Academia, entre o ingresso, uma entrada acompanhada ou uma visita guiada.

    desde € 69,50

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Perguntas frequentes

Dois dias bastam para Florença?

Para as visitas principais, sim. A cúpula de Brunelleschi, o Davi na Academia, a Uffizi, o Palazzo Vecchio e o Palácio Pitti com o Jardim de Boboli cabem, com San Lorenzo, Santa Croce, a Ponte Vecchio e o pôr do sol no Piazzale Michelangelo entre uma visita e outra. O Bargello, o Museu de San Marco, a Capela Brancacci e os bate-voltas a Pisa ou Siena pedem um terceiro dia.

O que reservar com antecedência para 2 dias em Florença?

Primeiro a cúpula, já que cada subida tem horário fixo, o ingresso sai em seu nome e o horário não pode ser trocado. Depois a Academia, onde a própria galeria avisa que a espera sem reserva pode ser longa, e a Uffizi, onde todo ingresso tem nome e horário de entrada. A torre do Palazzo Vecchio também se reserva por horário. O Pitti, o Jardim de Boboli, San Lorenzo, as Capelas Mediceias e Santa Croce não precisam de reserva.

O que visitar em Florença numa segunda-feira?

A cúpula e a catedral, o Palazzo Vecchio, a Basílica de San Lorenzo e Santa Croce, além do Jardim de Boboli (exceto na primeira e na última segunda-feira do mês). A Uffizi, a Academia, o Palácio Pitti e as Capelas Mediceias fecham, por isso a segunda-feira serve para o primeiro dia deste roteiro e nunca para o segundo.

O Firenze Card compensa em 2 dias em Florença?

Sim, se os seus dois dias incluírem a Uffizi, a Academia, o Palazzo Vecchio e o Palácio Pitti: nossos ingressos para esses quatro custam mais que os € 94 do cartão, que ainda inclui as Capelas Mediceias, San Lorenzo e Santa Croce. Se a sua lista for só a Uffizi, o Pitti e a Academia, o passe de cinco dias da Uffizi mais um ingresso da Academia custa menos. O Duomo não está no cartão, então a cúpula é à parte de qualquer jeito.

A que horas é o pôr do sol no Piazzale Michelangelo?

Entre cerca de 16h40 e 17h20 de fim de outubro a janeiro, por volta das 18h no início de março, perto das 21h no fim de junho e perto das 19h no início de outubro. A praça fica de 20 a 30 minutos a pé, em subida, do Palácio Pitti, então saia do Jardim de Boboli pelo menos meia hora antes do pôr do sol, por volta das 16h no inverno europeu. O ônibus 13 também sobe, com uma passagem urbana de € 2. A entrada na praça é gratuita.

Dá para ver a Uffizi e a Academia no mesmo dia?

Dá, sim: a Uffizi e a Academia ficam a cerca de 15 minutos a pé uma da outra. Neste roteiro elas dividem o dia 2, a Academia às 8h15 e a Uffizi a partir de umas 10h. Nenhuma das duas abre às segundas-feiras. Com o Firenze Card você reserva a Academia por telefone e pode não conseguir o primeiro horário, então comece pela Uffizi.

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