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Villa Floridiana

Nápoles · Campania Artecard

Villa Floridiana (Museu Duca di Martina)

Um rei Bourbon comprou esta villa em 1817 para a duquesa com quem se casou, mas a quem não pôde fazer rainha.

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O parque em torno da Villa Floridiana, na colina do Vomero, em Nápoles, tem entrada gratuita e dá para Chiaia e Mergellina, na baía. Na villa neoclássica, o Museu Duca di Martina reúne mais de 6.000 peças de artes decorativas do século 12 ao 19, com a cerâmica no centro: majólica renascentista, porcelana do século 18 de Meissen e Capodimonte, e porcelana Ming e Qing da China. Um duque napolitano formou a coleção em Paris e, em 1911, os herdeiros a doaram à cidade.

Villa Floridiana: um parque gratuito e um ingresso para o museu

Dois nomes designam o mesmo lugar. Villa Floridiana é a casa e o parque em volta, e o Museu Duca di Martina é a coleção que fica dentro da casa.

Qualquer pessoa pode entrar no parque, todos os dias e sem ingresso. O museu custa € 4, ou € 2 reduzido, e menores de 18 anos têm entrada gratuita. Você compra o ingresso numa máquina na entrada, que só aceita cartões de crédito e débito, ou pelo aplicativo ou pelo site do Musei Italiani. Não há nada para reservar.

Um cartão para a Floridiana e o resto do Vomero

O Campania Artecard inclui o museu nas versões 365 Lite e 365 Gold, e na versão de 7 dias ele é um dos cinco locais que você pode escolher, sem reserva. Nesta colina o cartão vai além: o Castel Sant’Elmo e a Certosa di San Martino, também no alto do Vomero, estão incluídos. Entre os cartões que vendemos, o Artecard é o único com a Floridiana; os demais são comparados em Naples Pass e passes de Nápoles.

Vista da cidade com uma torre sineira histórica em primeiro plano, um porto com navios e uma montanha ao longe, sob um céu azul.

Campania Artecard

Quando o museu e o parque estão abertos

O museu fecha às terças-feiras, e o parque não. No inverno europeu, o museu abre das 9h30 às 17h, com última entrada às 16h, o mesmo horário do inverno passado; no verão fica aberto até as 18h30.

O parque tem horário próprio, que muda ao longo do ano: a partir de 1º de novembro, fecha às 16h30.

Horário do parque

De novembro a janeiro
das 8h30 às 16h30, última entrada às 16h
Outubro, fevereiro e março
das 8h30 às 17h30, última entrada às 17h
Abril e setembro
das 8h30 às 18h30, última entrada às 18h
De maio a agosto
das 8h30 às 19h30, última entrada às 19h

Dentro do Museu Duca di Martina: três andares de cerâmica

O homem por trás da coleção foi Placido de Sangro, duque de Martina, nascido em Nápoles em 1829. Depois da unificação da Itália foi morar em Paris e comprou dos grandes colecionadores europeus da sua época. Em 1911, os herdeiros doaram tudo à cidade. O museu abriu na villa em 1926.

Das mais de 6.000 peças, o núcleo é a cerâmica, e a coleção se distribui por três andares. No térreo, a majólica renascentista e barroca, a cerâmica italiana de esmalte estanífero, divide as salas com pinturas, marfins, esmaltes, corais, bronzes, vidros e móveis. No andar de cima fica a porcelana europeia do século 18, de Meissen, Doccia, Nápoles e Capodimonte e de fabricantes franceses, alemães e ingleses.

Um incensário chinês com alças em forma de dragão numa vitrine do museu Duca di Martina
Um incensário chinês do século 18 Foto: Dispe, CC0

No subsolo está a arte do Oriente: porcelana chinesa das dinastias Ming e Qing, e peças japonesas Kakiemon e Imari.

O parque, o templo jônico e a duquesa para quem foi feito

O pequeno templo jônico entre as árvores do parque da Villa Floridiana
O templo jônico no parque Foto: Baku, CC BY-SA 4.0

Fernando de Bourbon, rei de Nápoles, comprou a propriedade em 1817 para Lucia Migliaccio, duquesa de Floridia. Ele havia se casado com ela na Sicília em 1814, num casamento morganático, daqueles em que a esposa não herda o título do marido. A villa tomou o nome do título dela.

O arquiteto Antonio Niccolini reconstruiu a casa entre 1817 e 1819 e traçou o parque como um jardim inglês, com um teatro de verdura de 1821, um palco ao ar livre de vegetação aparada, um pequeno templo jônico, estufas e grutas, e uma vista que desce até Chiaia e Mergellina. Depois da morte da duquesa, em 1826, os herdeiros alteraram a villa, que o Estado comprou em 1919. Uma colônia de gatos de rua, muitos deles pretos, vive no parque desde pelo menos 1953.

Como subir até a Villa Floridiana, no Vomero

O parque tem dois portões, na Via Domenico Cimarosa 77, do lado do Vomero, e na Via Aniello Falcone 171. Do centro, o funicular de Chiaia sobe até a parada Cimarosa, a Funicolare Centrale até a Piazza Fuga, e a linha 1 do metrô para em Vanvitelli. O funicular de Montesanto está fechado para revisão e deve voltar por volta de fevereiro de 2027.

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Perguntas frequentes

A entrada na Villa Floridiana é gratuita?

A entrada no parque é gratuita, todos os dias. O Museu Duca di Martina, dentro da villa, tem ingresso de € 4 (€ 2 reduzido), é gratuito para menores de 18 anos e está incluído no Campania Artecard.

O Museu Duca di Martina abre às terças-feiras?

Não, o museu fecha todas as terças-feiras. O parque em torno continua aberto, das 8h30 às 16h30 entre novembro e janeiro.

O que há no Museu Duca di Martina?

Sobretudo cerâmica: majólica italiana no térreo, porcelana europeia do século 18 no primeiro andar e porcelana chinesa e japonesa no subsolo, com marfins, esmaltes, corais, vidros e móveis ao lado.

Como chegar à Villa Floridiana?

De funicular, pela linha de Chiaia até Cimarosa ou pela Centrale até a Piazza Fuga, ou de metrô, linha 1, até Vanvitelli. O parque tem portões na Via Domenico Cimarosa e na Via Aniello Falcone.

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